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Biblioteca Virtual |
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Abaixo alguns links para acessar
listas de filmes, livros e resenhas. |
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-
Teoria da Biodança tomo 1 |
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-
Teoria da Biodança tomo 2 |
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-
A Corporação |
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-
Edgar Morin |
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-
Lista completa de filmes |
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Lista completa de livros |
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-Bibliografia
Biocêntrica |
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Monografias
-
A Educação Biocêntrica nas
Organizações e no Banco do Nordeste
Francisco de Assis Morais Sobrinho
-
Voz e poesia: a linguagem poética da biodanza
Lilian Rose Marques da Rocha
- El
sujeto sin esencia: Elementos sociológicos
para una revisión del concepto de subjetividad
en la teoría de Biodanza
Natalio Pagés
Dissertações
- Criatividade
e Biodanza: a trama que qualifica as relações
entre crianças
Suzana Pazinatto
Teses
-Sessinon
de Biodanza en Residencia de ancianos privada
Teresa Piñero
Normas para publicações
Acesse aqui as normas para publicações
no site do Pensamento Biocêntrico
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OUTRAS SUGESTÕES DE
FILMES
Importante: Os títulos aqui citados são
apenas sugestões, ou seja, não é
obrigatória a visualização
dos mesmos. Vale citar que são uma ótima
escolha para quem quiser buscar mais e ter alguns
“bons momentos filosóficos”.
De acordo com o livro Pensando melhor - Iniciação
ao Filosofar de Angélica Sátiro
e Ana Míriam Wuensch, apresentamos algumas
dicas que ajudarão a "ler" um
filme e a descobrir, filosofando, o que está
por detrás de "sombras" e projeções
do escurinho do cinema.
“O que vale a pena observar num filme:
- As intenções do diretor: quem
é o diretor? que outros filmes ele fez?
o que pretende nos mostrar (no todo ou em parte):
beleza, denúncia, reflexão sobre
um tema, emoção, uma história
real...
- Os recursos mais explorados: desempenho dos
atores; música, imagens,recursos tecnológicos
(efeitos especiais);
- O conteúdo: o que as mensagens, diálogos
e o filme como um todo querem nos dizer? Como
uma imagem reforça ou modifica o sentido
de um diálogo? Há uma idéia
ou valores sendo transmitidos pelo filme (de que
maneira e que cenas provam isso?)
- A qualidade: poder dizer se é um bom
filme? Que elementos justificam nosso julgamento(ex:
pelas imagens,atores enredo,música, caracterização,
etc)
- A qualidade de sua interação com
o filme: que elementos favoreceram ou dificultaram
sua apreciação do filme? Ele trouxe-lhe
alguma contribuição? Fez-te pensar
sobre algo? Foi prazeroso assisti-lo?”
Indicações:
- Efeito Borboleta: (EUA, 2004).
Direção de Eric Bress e J. Mackye
Gruber. Suspense que teve como inspiração
a Teoria do Caos e apresenta questões sobre
o tempo e suas instâncias e sobre as conseqüências
que uma escolha pode acarretar em todo o restante
de nossas vidas.
- O filósofo, três mulheres e o amor:
(Alemanha, 1988). Direção de Rudolf
Thome. Comédia sobre a relação
entre a razão e paixão.
- Giordano Bruno: (Itália,1973). Direção
de Giuliano Montaldo. História da vida
do filósofo, astrônomo e matemático
Giordano Bruno. Conta sua vivência e de
sua época, dos conflitos científicos,
morais filosóficos e religiosos.
- A Língua das Mariposas: (Espanha,1999).
Direção de José Luís
Cureda. Apresenta como principal foco a relação
professor-aluno.
- Matrix: (EUA, 2004). Direção de
Andy Wachowski e Larry Wachowski. Filme riquíssimo
em questionamentos filosóficos levando-nos
a pensar sobre o que existe de verdadeiramente
real.
- O sentido da vida: (Inglaterra, 1983). Direção
de Terry Jones. Questões sobre controle
da natalidade, educação sexual,
capitalismo, existência de deus, mistério
do universo, morte, etc, apresentadas com a ironia
de quem pensa mas não assume a reflexão
sobre a vida.
- O Som do Trovão: (EUA, 2006). Direção
de Peter Hyams. Trata de questões sobre
o tempo.
- A Vida dos Outros: (Alemanha, 2008). Direção
de Florian Von Donnersmarck. Filme que apresenta
sob o ponto de vista político como uma
ideologia pode influenciar a vida das pessoas.
- Waking Life : O despertar da vida: (EUA, 2002).
Direção de Richard Linklater. Animação
baseada em idéias de Platão, Aristóteles,
Nietzsche e Jean Paul Sartre. Apresenta diversas
discussões filosóficas e religiosas.
- Ao Mestre com Carinho: (Inglaterra, 1967). Direção
de James Clawel. No meio dos anos 1960, um professor
negro inicia na carreira lecionando para uma turma
de adolescentes rebeldes - e por vezes racistas
- numa escola pública da periferia de Londres.
Com seu jeito ora autoritário ora paternal,
ele conquista aos poucos o respeito e a admiração
da turma.
- Escola da Vida: (Canadá/EUA, 2005). Direção
de Willian Dear. Mesmo diante do clichê
da competição e da inveja que acabam
permeando a trama, vale conferir a didática
do professor protagonista.
- Mentes perigosas: (EUA, 1995). Direção
de John N. Smith. O filme retrata a realidade
de uma professora que leciona numa escola cujos
alunos são considerados problemáticos.
- Sociedade dos Poetas Mortos: (EUA, 1989). Direção
de Peter Weir. Filme que passou a ser um paradigma
para se pensar o professor em luta contra padrões
tradicionais de educação e contrapõe
o desejo de liberdade e a alegria de viver aos
rígidos códigos de conduta que regem
as instituições educacionais mais
arcaicas.
- O sorriso de Monalisa: (EUA, 2003). Direção
de Mike Newell. Uma professora serve de inspiração
para suas alunas, após decidir lutar contra
normas conservadoras do colégio em que
trabalha.
- The Wall: (EUA, 1982). Direção
de Alan Parker. Musical realizado pela banda inglesa
Pink Floyd, com roteiro do vocalista e baixista
da banda, Roger Waters. Através deste musical,
é possível pensar criticamente sobre
a Teoria Tradicional de Ensino. Destaque para
a música Another Brick in the Wall.
Referências Bibliográficas:
- SÁTIRO, Angélica; WUENSCH, Ana
Míriam. Pensando Melhor: Iniciação
ao filosofar. São Paulo: Saraiva, 2003.
- www.cineplayers.com . Acesso em 30/08/08.
- DIMENSTEIN, Gilberto. Cidadão de papel:
a infância, a adolescência e os direitos
humanos no Brasil. São Paulo: Ática,
2005.
- http://www.adorocinema.com.br. Acesso em 06/09/08.
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FILMES PARA REFLEXÃO E APROFUNDAMENTO
O ponto de mutação
- Bernt Capra
Quem somos nós? - William Artnt, Betsy Chasse
e Mark Vicent
Sonhos - Akira Kurosawa
Sangue sobre a neve - Nicholas Ray
Derzu uzala - Akira Kurosawa
Companhia dos lobos - Neil Jordan
2001 - uma odisseia no espaço - Stanley Kubrik
Hair - Milos Forman
A classe operaria vai ao paraiso - Elio Petri
Feios, sujos e malvados - Ettore Scola
Tiros em columbine - Michael Moore
Extremo sul - Mônica Schmiedt
O homem que virou suco - João Batista de
Andrade
Cidade de deus -Fernando Meireles |
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LIVROS |
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O
PENSAMENTO PEDAGÓGICO BIOCÊNTRICO
Agostinho Mário Dalla
Vecchia
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A
EDUCAÇÃO INTEGRADA À VIDA
Analética e Visão Biocêntrica:
distinções e convergências
Agostinho Mário Dalla Vecchia
"Temos que resgatar o ato sagrado de ler"
(WAGNER, César)
Assim, com esta intencionalidade eu começo
a ler esta reflexão teórica vivencial
de meu amigo Agostinho.
Era uma manhã de segunda-feira, Que com sua
cor cinza convidava à intimidade, convidava
a mergulhar nestas suas vivências. A música
de fundo, o cheiro do café, levou-me a esse
"tempo ritual" do qual Wagner falou. A
emoção invadiu várias vezes
o meu coração.
Agostinho expõe a teoria da Educação
Biocêntrica, a qual toma como sua principal
referência o Princípio Biocêntrico.
Um princípio que se baseia na vida como o
centro de toda a existência no universo. Neste
princípio também convergem outras
águas teóricas, filosóficas,
pedagógicas, afluentes do mesmo grande Rio
da Vida.
A Visão Biocêntrica e a Filosofia Analética
são origináriasda realidade latino
americana, realidade marcada pelas desigualdades
sociais e as violências da classe dominante.
Tanto a Analética com a Visão Biocêntrica
compartilham semelhanças e diferenças.
A partir das distinções e das convergências
de suas visões Agostinho desenvolve um ensaio
de caracterização geral da Educação
Biocêntrica centrada sobre a afetividade.
Esta proposta pedagógica põe sua ênfase
na aprendizagem através do vínculo
afetivo, de um indivíduo em relação
com o outro e com o cosmo. Uma afetividade negada
através dos séculos. Ele nos mostra
a possibilidade de integrar na educação
o pensamento racional ao conhecimento vivencial
do coração, o que permite ao indivíduo
a sensação de potência, de estar
vivo, de ser pleno.
Gastón Andino
Facilitador Titular de
Biodança - Pelotas 2002
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ÉTICA
- AFETIVIDADE E CUIDADO PELA VIDA
Agostinho Mário Dalla
Vecchia
Não podemos separar a noção
de ética da noção de valor.
Os valores que norteiam uma cultura determinam
uma postura que é traduzida em uma concepção
de ética.
Numa perspectiva antropocêntrica podemos
dizer que a ética é uma conseqüência
da cultura, fruto da civilização.
Ética é a coerência entre
valores e ações. Já em uma
perspectiva biocêntrica vamos perceber que
a coerência é muito mais uma condição
cósmica do que um fruto da civilização.
Vamos encontrar a vida se manifestando em todo
movimento cósmico, do micro ao macro, sendo
esta uma força organizadora, antientropica,
que se conduz amorosamente. A ética humana
é a vivência da ética cósmica.
A ética muda quando o valor central é
a vida e não o ser humano. Por que como
manifestação de vida compomos junto
com tantos outros a teia cósmica, e temos
o privilégio de alcançar, mesmo
que em parte, a consciência deste fato.
Ao ser humano cabe não só ser guiado
amorosamente, mas conhecer o amor e construir
a partir dele.
A Biodança nos lembra
que de nada nos vale os códigos de ética
se não vivemos a ética cósmica
a partir de nossos corações. Existe
um movimento cósmico , o universo está
em continuo movimento, com ritmos e variações,
pulsa como pulsam os nossos corações.
Dançar a vida é dançar o
amor, que é dançar a ética.
A Biodança aproxima as pessoas da ética
não por conceitos pré formados,
mas sim por vivências, que geram conceitos
próprios. Muitas vezes quem vive a dança
da vida não sabe o significado da palavra
ética, mas descobre que pode amar e cuidar
a si e ao mundo.
Myrthes Gonzalez
Diretora da Escola
Rolando Toro de Formação de Facilitadores
Pelotas Outubro de 2000
PREFÁCIO
A preocupação fundamental
da Biodança é o cuidado pela vida
em todas as suas formas e manifestações.
Integralmente vivida a Biodança é
uma ética da vida.
A estrutura social, econômica, política
e cultural do "Ocidente" é anti-vida.
O desrespeito pelo solo, pela água, pelo
ar, pelas florestas, pelos animais é apenas
a superfície do isebereg de profundo desrespeito
pela vida humana. Pobreza, miséria, marginalidade,
exploração, exclusão política,
a sexualidade reduzida à pornografia, o
domínio e o controle do saber por minorias
privilegiadas, são efeitos de uma ordem
de relações sociais estabelecidas
sobre a idéia e a vivência de que
ser é dominar, ser proprietário.
O fenômeno da globalização,
nos seus aspectos negativos, revela a ampliação
e o aprofundamento das estratégias de exploração
e dominação a nível planetário.
O neo-liberalismo é a ideologia dominante
que propala a todos a idéia da liberdade
de competir e através de qualquer meio.
Não há valores, exigências
ou necessidades que justifiquem a relação
solidária, fraterna, amorosa. Para o sistema,
a virtude é ser egoísta. O erro
é ser solidário com os que sofrem,
os excluídos.
Tais níveis de interesse e insanidade precisam
ser confrontados pela construção
de uma forma aberta e sempre renovada de cuidado
pela vida. Não um cuidado que se expresse
só teoricamente, mas existencialmente,
acolhendo a vida em sua situação
e contexto histórico. Um cuidado que seja
nutrição, zelo, estímulo;
um cuidado que seja possibilidade de desfrutar
do prazer de viver; um cuidado que permita a máxima
expressão criativa de cada um e de cada
grupo; cuidado que facilite a integração
com a natureza, consigo, com o universo; um cuidado
que facilite a expressão da capacidade
de vida. Enfim, o cuidado pela emergência,
afloramento e amadurecimento da identidade de
cada um.
Pelotas 01.11.2000
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Projeto
Minotauro - Rolando Toro
A pessoa está cheia
de medos e tem, principalmente, medo do minotauro
que a ameaça nos labirintos misteriosos
de sua vida, interceptando-lhe os passos na aventura
em busca de uma consciência e plenitude
do próprio ser e destino. Precisamos todos
de uma Ariadne que, com seu fio salvador, nos
conduza às profundezas de nós mesmos.
Mas preci-samos, acima de tudo, de coragem, não
para matar, mas para integrar e conviver com os
minotauros que nos amedrontam. Sem este enfrenta-mento,
a felicidade e a alegria de viver não passarão
de um sonho frus-trado, de uma viagem interrompida
pela metade, de uma paisagem fas-cinante que jamais
será contemplada por quem dela é
peregrino e se-nhor.
Pesquisa e organização:
Fátima Pereira, Olga Nunes, Shrley Shram
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Fatos
e Retalhos: tecendo novas possibilidades
I – APRESENTAÇÃO
O objetivo desse panorâmico
e incompleto histórico da Biodança
na Bahia, não é a exaltação
propagandística de pessoas ou instituições,
como normalmente acontece com as "histórias
oficiais". A história que aqui apresentamos
se propõe a ser objetiva, na medida em
que se apóia em documentos escritos e testemunhos
daqueles que a viveram. É, antes de tudo,
uma história afetiva, pois visa o resgate
de ações, construções,
erros e acertos, que amadureceram os facilitadores
na Bahia e que podem contribuir para o crescimento
e fortalecimento do movimento Biodança
nos dias de hoje.
O presente texto, que recebeu a colaboração
de vários facilitadores que enviaram informações,
é um primeiro passo para a construção
de um projeto maior, não, somente em termos
de documentação e registro, mas
também de reunião e colaboração
afetiva e efetiva. Nesse sentido, ele deseja ser
provocador de reflexões sobre o nosso passado,
provocador de resgates em nossa memória
coletiva. E a todos os companheiros de jornada
que perceberem nestas linhas, lacunas ou desvios,
agradeceremos se trouxerem as suas contribuições.
Cremos que se juntos olharmos o passado, não
somente o reconstruiremos mais fielmente aos fatos,
mas também, aprenderemos lições
sobre a construção do futuro da
Biodança na Bahia.
"(...) O autor deste
livro busca pontos de convergência terapêutica
entre duas importantes técnicas de desenvolvi-mento
humano: Biodança e Análise Transacional.
Roberto Crema não se propõe a fundir
duas técnicas que possuem modelos teóricos
diferentes, senão buscar os aspectos em
que estas se complementam ou se reforçam.
Com freqüência os terapeutas que tentam
misturar técni-cas criam um produto híbrido,
espécie de hidra de nove cabeças,
sem coerência nem unidade. É por
este motivo que o livro de Roberto Crema constitui
um acontecimen-to de valor paradigmático
dentro dos meios terapêuticos. Com um profundo
conhecimento de ambas disciplinas, es-te autor
meditou sobre suas diferenças e semelhanças,
para logo deduzir os aspectos complementares.
O presente livro permite ao terapeuta não
formado nestas técnicas, reco-mendar ao
paciente um programa terapêutico apropriado
a sua situação.
(...) O livro que comentamos tem o mérito
de ser feito com beleza intelectual e profundos
conhecimentos de Bio-logia, Psicologia, Sociologia
e Antropologia. Ninguém tão capacitado
como seu autor para o trabalho interdisciplinar
e a elaboração cautelosa de análise
discriminativa.
Foi uma façanha poética vincular
estes dois irmãos - A. T. e Biodança
- sem atraiçoá-los. Foi também
um ato de amor, no qual o Logos aceitou a inspiração
de Eros."
ROLANDO TORO
A pessoa está cheia de medos
e tem, principalmente, medo do minotauro que a
ameaça nos labirintos misteriosos de sua
vida, interceptando-lhe os passos na aventura
em busca de uma consciência e plenitude
do próprio ser e destino. Precisamos todos
de uma Ariadne que, com seu fio salvador, nos
conduza às profundezas de nós mesmos.
Mas preci-samos, acima de tudo, de coragem, não
para matar, mas para integrar e conviver com os
minotauros que nos amedrontam. Sem este enfrenta-mento,
a felicidade e a alegria de viver não passarão
de um sonho frus-trado, de uma viagem interrompida
pela metade, de uma paisagem fas-cinante que jamais
será contemplada por quem dela é
peregrino e se-nhor.
Pesquisa e organização:
Fátima Pereira
Olga Nunes
Shrley Shram
HISTÓRIA DA BIODANÇA NA BAHIA
CONTEÚDO
I - Apresentação;
II - Rolado Toro
III - A Biodança
IV - A Biodança chega na Bahia
V - Criação e evolução
da Escola de formação
VI - Eventos do movimento Biodança na Bahia;
VII - Ação Social em Biodança
na Bahia
VIII- Produções Científicas
IX - Facilitadores da Bahia e Grupos Regulares
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Saúde Comunitária – pensar
e fazer
Este livro traz uma preocupação
maior, a de debater sobre o processo de construção
da saúde/doença na perspectiva da
Saúde Comunitária como práxis
de vida, libertação e cidadania.
Isto por entendermos a saúde como tema
de ecologia, democracia e justiça social,
uma questão a ser encarada no interior
da luta contra as desigualdades sociais, a destruição
da Natureza em nosso país e em favor da
eqüidade social e da ecologia.
A história da formação do
nosso povo e a situação atual da
sociedade brasileira, fecunda de possibilidades,
experiências e lutas, também marcada
pela herança colonial, escravista (índios
e negros) e classista, constituem o solo para
o debate sobre a Saúde Comunitária
e suas formas de atuação no Brasil
de Pindorama.
O que está presente nos capítulos
é fruto de experiências acumuladas,
estudos e reflexões construídas
na luta por um país democrático
e popular, no convívio com os movimentos
populares e na atuação em Psicologia
Comunitária, no que diz respeito a ensino,
pesquisa e extensão (cooperação)
no Curso de Psicologia da Universidade Federal
do Ceará, especificamente, no Núcleo
de Psicologia Comunitária – NUCOM
e no Laboratório de Estudos Sobre a Consciência
- LESC.
Ao longo do livro, trazemos diversos autores e
um olhar que reforçam nossa concepção
de Saúde Comunitária como práxis
de vida, libertação e cidadania,
a partir do Princípio Biocêntrico
e da Psicologia Comunitária. Procuramos
apresentar a saúde do ponto de vista epistemológico,
transitando pelo ideológico e teórico,
até chegar ao metodológico e técnico,
sempre situando o posicionamento vivencial, científico,
ético e político do autor.
O livro está dividido em três partes,
contendo, a primeira, capítulos que tratam
do marco geral que referencia a discussão
sobre Saúde Comunitária. Consta
a problematização da saúde
a partir do Princípio Biocêntrico
e das questões histórico-culturais
e sociais que a envolvem, aí entendendo
que, para a democratização da saúde
em nosso país, o SUS desempenha um papel
fundamental. Inclui, também, a primeira
parte, três outras análises que tratam
dos seguintes temas: uma determinada visão
da vida, sua abrangência e transcendência,
onde a vemos como referência maior do viver;
um olhar sobre a atividade humana como práxis
de vida, libertação e cidadania,
pelo fato de que nossa realidade social se funda
numa história de colonização,
dominação e violenta desigualdade
social, condições forjadoras de
subjetividades e terreno propício à
luta pela libertação; e a Psicologia
Comunitária tal como foi construída
no Ceará. Esses capítulos constituem
o pano de fundo que alicerça nossa concepção
de Saúde. A Parte II contém o núcleo
do livro – a Saúde Comunitária.
Trazemos, nessa segunda parte, uma determinada
concepção de Saúde Comunitária
que se ancora no enfoque biocêntrico da
saúde, no qual se integram a Visão
Biocêntrica e o Enfoque Sócio-Psicológico
da Saúde. Buscamos aí entender e
situar o principal usuário da saúde,
o papel do estresse no cotidiano da classe oprimida
e a possibilidade comunitária de enfrentamento
do distresse ou estresse continuado. Na terceira
parte do livro apresentamos uma proposta metodológica,
estratégias de ação e técnicas
de facilitação em Saúde Comunitária.
Finalizamos essa parte com uma forma de ver o
facilitador de grupos e as considerações
finais.
Esperamos que este livro possa contribuir com
o debate e a prática na atenção
primária em saúde, na proteção
social básica e junto aos movimentos populares,
bem como estimular a discussão sobre a
formação profissional em saúde
nos diversos cursos existentes para tal fim nas
nossas universidades públicas.
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Biodança – Identidade e Vivência
Ao longo de 18 anos venho trabalhando
nessa abordagem tão inovadora e revolucionária,
facilitando grupos e estudando sua estrutura teórica
e metodológica, sua prática e os
resultados de sua aplicação. Desde
a sua origem até hoje, foi submetida a
muitas modificações, mas mantém
a estrutura básica natural, eixo pelo qual
é aperfeiçoada.
O conjunto de conhecimentos de Biodança,
elaborado por seu criador, estabelece questões
novas e profundas que precisam ser debatidas.
Por isso mesmo, convidamos os leitores a uma reflexão
sobre uma dessas questões, presente neste
pequeno livro - A vivência como via de acesso
à identidade.
Meu interesse é aprofundar a questão,
contribuir com o trabalho de desenvolvimento da
Biodança e divulgar ao público uma
reflexão sobre identidade e vivência
a partir da Visão Biocêntrica.
Para situar o tema da vivência e da identidade,
apresentaremos primeiramente um capítulo
sobre uma Breve História da Biodança,
um capítulo sobre a Concepção
de Biodança proposta por seu criador e
uma reflexão acerca de sua especificidade,
além de um capítulo sobre Perceber
e Tecer a Vida, que trata da visão biocêntrica,
referência básica de nosso estudo
sobre a vivência e a identidade.
Em seguida apresentaremos os capítulos
sobre identidade, vivência e facilitação
da vivência biocêntrica.
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Educação Biocêntrica –
um movimento de construção dialógica
O presente livro reúne
05 importantes trabalhos que nos mostram o que
é a Educação Biocêntrica.
Pretendemos nele ampliar as nossas reflexões
teóricas e práticas, compartilhando
com todos os educadores biocêntricos as
nossas experiências vividas no Ceará
na construção deste conhecimento
crítico orientado pelo Princípio
Biocêntrico. Assim, pretendemos aumentar
cada vez mais a rede de relações
e conexões a serviço das funções
primordiais da vida e da construção
do conhecimento reflexivo, da educação.
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Educação Biocêntrica –
aprendizagem visceral e integração
afetiva
Entre os anos de 1994 e 1999,
como atividade de divulgação científica
da Escola Gaúcha de Biodança, o
organizador desta coletânea produziu e publicou
os Cadernos de Biodança.
Aquela publicação, que brevemente
será disponibilizada na Internet, tinha,
então, por objetivo a busca de um espaço
de di-vulgação das idéias
de Rolando Toro-Araneda, das bases teóricas
e conceitos fundamentais da Biodanza®, e de
resultados de tra-balhos de pesquisa ou ensaios
teóricos sobre este sistema de transformação
pessoal. Propunha-se ainda a abrir possibilidades
de intercâmbio de idéias e informações
entre os alunos de forma-ção docente,
os Facilitadores, a comunidade de Biodanza®
em geral, e todas as pessoas interessadas em nosso
movimento.
Em diferentes edições foram publicados
artigos relacionados com a Educação
Biocêntrica, proposta pedagógica
elaborada por Rolando Toro-Araneda, criador do
Sistema Biodanza®.
A Educação Biocêntrica considera
a Vida como valor su-premo, isto é, fundamenta-se
no Princípio Biocêntrico e, ao mes-mo
tempo, constitui-se numa metodologia, assim como
a própria Biodanza, para alcançar
a integração deste Princípio
Biocêntrico a uma filosofia de existência.
veja
mais sobre esse livro clicando aqui
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Psicologia Comunitária – Atividade
e Consciência
Este livro revela o intento
de problematizar a realidade comunitária
e buscar respostas válidas para algumas
questões em Psicologia Comunitária.
Não é um trabalho completamente
acabado, é algo que se abre a novos interrogantes.
Trata-se de um estudo específico, preocupado
com o problema da consciência dos moradores
da zona rural (como uma função psicológica
superior que se desenvolve mediante a atividade
instrumental e comunicativa dos indivíduos)
em termos de sua relação com a atividade
comunitária que, por sua vez, é
também um tema principal no estudo de comunidade
e rico de controvérsias e concepções
distintas.
Buscamos aqui ampliar uma discussão em
Psicologia Comunitária e nos Movimentos
Sociais, não considerada objetivamente,
mas que sabemos de sua importância para
a Psicologia Comunitária latino-americana
e para os movimentos sociais. Hoje, com a grande
difusão da obra de Paulo Freire e com a
presença cada vez maior, nos meios acadêmicos,
da obra de Lev Vygotski, é possível
entender a Psicologia Comunitária desenvolvendo-se,
também, por caminhos apontados por estes
autores. É a nossa intenção
e este livro vai, igualmente, nesse sentido.
A Psicologia Comunitária da Libertação
é uma exigência da realidade latino-americana,
por isso a nossa preocupação em
estudar a relação entre dois temas
de fundamental importância, tanto para essa
realidade como para a Psicologia.
O presente livro está dividido em duas
partes – uma teórica e outra empírica.
A Parte I inclui os seguintes capítulos:
o primeiro trata da Psicologia Comunitária
como enquadre teórico geral deste estudo
e o segundo trata sobre Comunidade. Nos dois buscamos
expor algumas de suas questões mais relevantes,
como a origem da Psicologia Comunitária
e do termo Comunidade, as concepções
principais e a concepção relativa
a este trabalho. Nos capítulos três
e quatro tratamos das categorias básicas
de nosso estudo, respectivamente, as categorias
“atividade” e “consciência”.
Com relação aos temas gerais, existem
importantes trabalhos nos Estados Unidos, Europa,
América Latina e Brasil, como mencionaremos
mais adiante. Quanto aos temas específicos
- atividade e consciência - discutiremos
primeiramente de um ponto de vista geral para,
a seguir, aprofundá-los no sentido da atividade
comunitária e da consciência pessoal.
Trataremos da atividade humana como conceito geral,
depois como categoria fundamental em Psicologia,
até chegar à concepção
de atividade comunitária e de sua análise
como importante meio para a compreensão
da consciência dos moradores de uma comunidade.
A seguir, nos dedicaremos à consciência,
analisando-a com relação aos problemas
que suscita, suas controvérsias e suas
concepções, especialmente aquelas
propostas pela Teoria Histórico-Cultural
da Mente (desenvolvimento dos processos psicológicos
superiores) e pela Educação Libertadora.
Por fim, mostraremos o papel da análise
do discurso no estudo da conciencia e a concepção
de consciência adotada neste trabalho.
A Parte II do livro trata de uma pesquisa realizada
em Matões, zona rural do Município
de Caucaia. Nesta parte, apresentaremos a problematização,
a metodología utilizada na coleta e análise
dos dados, a discussão e implicações
dos resultados e, finalmente, as conclusões
a que chegamos com relação aos resultados
da pesquisa.
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Psicologia Comunitária
no Ceará – uma caminhada
A presente obra intitulada Psicologia Comunitária
no Ceará, do Prof. Dr. Cezar Wagner de
Lima Góis, insere-se como uma contribuição
teórica e prática do papel e da
importância da Psicologia Comunitária
como uma área do conhecimento capaz de
analisar, interpretar e intervir nos movimentos
sociais e comunitários.
A trajetória profissional e pessoal de
Cezar Wagner vem sendo construída através
da sua valiosa contribuição como
teórico, no que se refere a sua incessante
busca por construir e sistematizar o saber psicológico
desde um enfoque da Psicologia Comunitária,
e como facilitador de processos humanos, através
da vinculação da teoria com a ação
prática. É exatamente por ter estes
enfoques que os seus escritos atraem ao leitor,
pois propiciam imediatamente um elo entre o conceito
e a sua aplicação.
O objetivo deste livro é mostrar um pouco
da história da Psicologia Comunitária
no Ceará, através da organização
de artigos que retratam os momentos e as fases
que dão corpo a tudo que se construiu neste
percurso urbano e rural da Psicologia Comunitária
e de sua contribuição para a estruturação
e implantação de políticas
públicas, como foi o caso do CMDS (Conselho
Comunitário de Desenvolvimento Sustentável)
e do planejamento estratégico e mobilização
social desenvolvido junto às Prefeituras.
A inserção da Psicologia Comunitária
nos diversos espaços sociais e comunitários
(associações, sindicatos, movimentos
religiosos, políticos, etc.) e governamentais
(prefeituras, governos, órgãos públicos,
programas sociais, etc.) é um fator importante
para despertar à população
e as autoridades sobre as contribuições
que a Psicologia Comunitária pode oferecer
e como vai ampliando a área de atuação
do psicólogo comunitário.
O compromisso social de transformação
da sociedade e a construção de sujeitos
comunitários e autônomos constituem
a base da Psicologia Comunitária, construída
a partir das demandas sociais do Bairro Nossa
Senhora das Graças do Pirambu e, por conseqüência,
da necessidade de teorizar esta prática.
Esse nascimento social e não teórico
da Psicologia Comunitária é o que
a diferencia de muitas outras áreas da
Psicologia e respalda o seu compromisso social.
Diante do cenário político e social
que vamos viver nos próximos anos, encontramos
um ambiente mais do que favorável para
a publicação e divulgação
desta obra como um instrumento que contribuirá
para o pensar e repensar de uma prática
social e comunitária que se distancia totalmente
do assistencialismo, que escraviza e empobrece
o homem, para uma atuação prática
libertadora que possibilita o despertar do sujeito
enquanto cidadão e construtor da sua própria
história, como ser coletivo e único,
através de uma visão dialética
da realidade, a qual influencia e é influenciado.
Profa. Dra.Verônica Morais Ximenes
Profa. Adjunta do Depto. de Psicologia da Universidade
Federal do Ceará
Coordenadora do Núcleo de Psicologia Comunitária
(NUCOM)
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O presente catálogo
é fruto de um trabalho realizado em 1980,
quando quase nada havia de sistematização
de exercícios, a não ser listas
esparsas sem relação com as linhas
de vivência.
Surgiu juntamente com o trabalho de organização
teórica da Biodança, quando somente
havia um material avulso e disperso na forma de
apostilas.
Os exercícios aqui apresentados foram criados,
em sua grande maioria, por Rolando Toro e Cecília
Luzzi, alguns por Carmelita Guimarães,
Cezar Wagner, Bernadete Lenza, Angela Ribas, Roberto
Crema, Ercília Orellana, Maria Lúcia
Pessoa, Ruth Cavalcante, Zulmira Bomfim, Almira
Rocha e outros facilitadores das décadas
de 70 e 80.
Quero deixar aqui o meu reconhecimento aos primeiros
f'acilitadores, que tanto contribuíram
com exercícios e músicas, e expressar,
também, meu carinho e admiração
às duas grandes fontes: Rolando Toro Arafieda
e Cecília Luzzi.
Não é um catálogo oficial
e nem definitivo, mas simplesmente um fruto de
amor e preocupação profissional
com a Biodança desde 1977.
Cezar Wagner de Lima Góis Facilitador Didata
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Noções de
Psicologia Comunitária
Construir a Psicologia Comunitária é
ter como objetivo contribuir com a construção
de sujeitos comunitários em uma luta por
identidade e autonomia pessoal e comunitária,
além de contribuir para a justiça
social e por uma sociedade democrática,
onde novas relações sócio-econômicas
forneçam condições para a
formação e desenvolvimento do indivíduo,
de um novo ser humano.
Os modelos teóricos em Psicologia são
quase todos elaborados a partir de estudos realizados
na classe média e na classe alta e, além
disso, grande parte originária dos países
desenvolvidos da Europa e da América do
Norte. Creio que a ideologia que subjaz a muitos
desses modelos e práticas é a mesma
que orientou a ação dos colonizadores
da América Latina, Ásia e África.
Não estamos com isso negando a validade
universal da pesquisa científica, mas sim
procurando demarcar a presença e a importância
da cultura e das variáveis específicas
dos diversos segmentos de uma sociedade de classes,
subdesenvolvida e explorada. Queremos alertar
e debater sobre a função social
e política da Psicologia Comunitária
e, particularmente, sua forma de ação
no Nordeste.
A reflexão e a prática contidas
nesse trabalho revelam uma necessidade e uma possibilidade
da Psicologia Comunitária estar presente
no esforço de transformação
das condições sócio-econômicas
e psicológicas da população.
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Noções de
Psicologia Comunitária
Construir a Psicologia Comunitária é
ter como objetivo contribuir com a construção
de sujeitos comunitários em uma luta por
identidade e autonomia pessoal e comunitária,
além de contribuir para a justiça
social e por uma sociedade democrática,
onde novas relações sócio-econômicas
forneçam condições para a
formação e desenvolvimento do indivíduo,
de um novo ser humano.
Os modelos teóricos em Psicologia são
quase todos elaborados a partir de estudos realizados
na classe média e na classe alta e, além
disso, grande parte originária dos países
desenvolvidos da Europa e da América do
Norte. Creio que a ideologia que subjaz a muitos
desses modelos e práticas é a mesma
que orientou a ação dos colonizadores
da América Latina, Ásia e África.
Não estamos com isso negando a validade
universal da pesquisa científica, mas sim
procurando demarcar a presença e a importância
da cultura e das variáveis específicas
dos diversos segmentos de uma sociedade de classes,
subdesenvolvida e explorada. Queremos alertar
e debater sobre a função social
e política da Psicologia Comunitária
e, particularmente, sua forma de ação
no Nordeste.
A reflexão e a prática contidas
nesse trabalho revelam uma necessidade e uma possibilidade
da Psicologia Comunitária estar presente
no esforço de transformação
das condições sócio-econômicas
e psicológicas da população.
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